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Crescimento, entrega e desenvolvimento constante são partes essenciais de uma estratégia de negócios de sucesso.

A inovação corporativa deve estar no cerne disso. É ela que vai usar todo o potencial da sua empresa e te ajudar a aumentar sua incisão no mercado. E já deixou de ser diferencial, tornando-se um pré-requisito para as maiores empresas se manterem competitivas.

As aplicações da inovação estão diretamente ligadas a produtos individuais, processos, fluxos de trabalho internos ou modelos de negócios que podem ser disruptivos, construídos do zero, ou incrementados, quando a ênfase está em melhorar as configurações existentes.

Se você chegou até aqui, mas ainda tem dúvidas sobre as aplicações da inovação corporativa, selecionamos 5 motivos pelos quais ela faz a diferença.

Nesse artigo você verá como que, com a inovação, é possível:

  1. Explorar novas oportunidades;
  2. Auxiliar na solução de problemas;
  3. Trazer retorno para o seu investimento;
  4. Contribuir para a produtividade;
  5. Aumentar a competitividade.

 1. Explorar novas oportunidades

Explorar oportunidades pode significar ir além do mercado já consolidado pela marca. A partir do momento em que nos permitimos estar em contato com diferentes públicos, nichos ou mercados, concorrentes ou complementares, começamos a explorar a criação de novos produtos e serviços ou a adaptação dos modelos já existentes.

Um grande exemplo é o do Grupo Fleury, importante player da medicina diagnóstica brasileira. Sua preocupação com pioneirismo fez com que se antecipasse às demandas do mercado e desenvolvesse uma ferramenta completa para a telemedicina antes mesmo da regulamentação temporária da prática, que aconteceu em meados de 2020, com o avanço do coronavírus no país. Saiba mais sobre como a inovação o colocou na frente de seu mercado aqui.

Durante a pandemia, enquanto os concorrentes buscavam soluções para atender essa nova necessidade de mercado, o Grupo Fleury já detinha a estrutura adequada para realizar os atendimentos remotos, aumentando a entrega de valor da marca para aqueles que já eram clientes e trazendo uma nova opção para quem procurava uma alternativa online em tempos de isolamento.

 2. Auxiliar na resolução de problemas

Um problema não é algo estático, e pode estar ligado a mais de uma área da empresa. O que você deve fazer? Identificar todos os envolvidos, os setores impactados, quando e como o problema surge, o quanto ele impacta o negócio, dentre outras variáveis.

Falar de inovação para resolução de problemas é olhar para todos os componentes de sua jornada e seus diferentes ângulos de ataque.

Para resolvê-lo é preciso acreditar que alguém, em algum lugar do mundo, pode já ter encontrado uma solução. Com isso em mente, explore o desafio a ponto de buscar soluções com mais exatidão, tendo em vista cada ponto da jornada.

Algo para se ter em mente é que não há uma fórmula simples que resolva todos esses pontos de uma vez.

Portanto, esse caminho traz formas para identificar como diferentes partes da jornada do desafio impactam os resultados: se valerá mais a pena investir na substituição de um material para diminuir custos de fabricação de um produto específico ou em ferramentas de inteligência artificial para aprimorar a previsão de demanda para este mesmo produto.

Dessa forma, a inovação aberta torna-se um poderoso aliado, permitindo buscar – fora do ambiente da empresa – elementos capazes de trazer respostas rápidas e solucionar os desafios.

3. Trazer retorno para o seu investimento 

A inovação pode ser a chave para alavancar seus negócios. Porém, não é todo o seu processo que traz retorno para o investimento, e ninguém deseja investir sem perspectivas claras sobre a possibilidade de ganhos futuros.

Por isso, é importante além de elencar os problemas e oportunidades que sejam relevantes para a organização, também fazer múltiplas pequenas apostas para comparar os resultados de diferentes soluções para as questões levantadas antes de apostar as fichas em uma só.

Ou seja, a contratação de determinada solução se torna mais inteligente depois de comparar os resultados obtidos, validar seu potencial disruptivo e a aderência com o seu negócio.

Para nós, inovação só é inovação se gera valor para a organização. Se a inovação não gerar valor, será considerada apenas uma invenção sem real utilidade e sem resultado e assim a cultura de inovação não se sustenta.

Em suma, a inovação deve ser um meio para aumentar eficiência, receita, expandir mercado e ajudar áreas a alcançarem suas metas, dentro do que for considerado sucesso para a corporação.

Com o impacto positivo da inovação, as empresas continuam a crescer e podem se manter a um passo à frente da concorrência.

 4Contribuir para a produtividade 

Sua empresa pode crescer gradativamente ao expandir seus negócios por meio da fusão ou aquisição de outras empresas ou, até mesmo, ao repensar seu produto e modelo de negócios. Independentemente das diretrizes de trabalho, com a inovação aberta, o caminho pode tornar-se mais prático e assertivo.

Isso porque, a partir do momento em que buscamos por soluções e formas de trabalhar além das paredes da organização, permitimos que colaboradores se concentrem naquilo que fazem de melhor, enquanto aprendem como novas soluções podem melhorar seus processos e performance.

A clareza sobre os resultados esperados com a adoção de novas tecnologias fará com que os colaboradores estejam mais aptos a aderí-las, consequentemente, aprimorando suas entregas em curtos espaços de tempo.

5. Aumentar a competitividade 

A inovação pode ajudá-lo a explorar possibilidades ainda não observadas.

As empresas que têm sucesso não apenas respondem às necessidades atuais de seus clientes, como prevêem as tendências futuras e apresentam ideias, serviços ou produtos que atendem a essas demandas de forma rápida e eficaz.

Starbucks, por exemplo, entendeu a importância da praticidade e da personalização e apostou no Mobile Order & Pay  (Pedido e Pagamento via mobile) em alguns países, como a Índia e os EUA, mas a tecnologia ainda não está disponível no Brasil. Ele dá aos clientes a oportunidade de personalizar seus pedidos como normalmente fariam, com a opção de escolher o número de doses de expresso e selecionar os laticínios. Os pedidos são preparados na hora e ficam prontos para retirada em minutos.

Além de poupar o tempo que seus clientes gastariam nas filas, os clientes podem acumular estrelas, bem como ganhar e resgatar prêmios, como bebidas ou alimentos gratuitos, com o programa de fidelidade da rede, da mesma forma que fariam se fizessem o pedido na loja.

Dessa forma, assim como a Starbucks, sua empresa pode sair à frente de sua concorrência conforme as tendências, a tecnologia ou as demandas mudam.

Portanto, agora que você já conhece os principais benefícios da inovação para a sua empresa, acompanhe a The Bakery para entender, na prática, os desdobramentos, como aplicar, tendências de mercado, dentre outras informações relevantes.

Autor: Danilo Araujo, Strategist

E se os sachês de maionese e catchup pudessem ser feitos a base de plantas (seaweed) que crescem até 2 metros por dia? E se garrafas PET fossem feitas a partir de biomassa e se tornassem biodegradáveis em curto prazo? E se existisse uma substância que quando injetada no processo de fabricação do plástico, diminuísse seu tempo de decomposição para apenas 5 anos?

Todas essas possibilidades já foram desenvolvidas e seus inventores ganham cada vez mais espaço como fornecedores de grandes corporações por todo globo. Invariavelmente caminhamos – ao menos no médio e longo prazo – para o uso de embalagens mais “verdes” e este é, sem dúvida, um passo muito importante em nome da sustentabilidade ambiental, social e econômica tão pretendida por governos, empresas e pelo mundo todo.

Mas será mesmo este o único caminho que devemos seguir? Sendo mais claro: A substituição do plástico por materiais biodegradáveis ou compostáveis é a saída definitiva em nome da sustentabilidade?

Provavelmente não. Mas entender o porque disso e decidir pela rota mais acertada é desafio bastante complexo.

Sintetizado no começo do século XX, com seu uso em massa tendo um salto exponencial a partir da década 1950, o plástico se mostrou um material único. Suas propriedades são as mais variáveis, podendo funcionar como barreira física, de umidade e temperatura. As finalidades que lhe são atribuídas são ainda mais diversas: a medicina e sua necessidade de materiais estéreis; embalagens e a necessidade de materiais resistentes e leves; aviação e aeronáutica, automobilismo e o dia-a-dia. As bactérias não o decompõe; os vírus não passam através dele. E o mais importante de tudo para seu uso ter se popularizado tanto: o plástico é barato.

E exatamente por isso seu uso é indiscriminado.

Se em aviões ou naves espaciais seus ganhos de leveza estão associados a um uso de longo prazo das partes plásticas, o mesmo não pode se dizer de garrafas d’água, sacolinhas e dos famigerados sachês de catchup: seus destinos invariavelmente são o lixo da cozinha ou, quando muito, a lata de cor vermelha para ser direcionado à reciclagem. Ou seja, nos são úteis apenas uma vez. E ainda assim vão continuar a existir por centenas de anos, aterrados sanitariamente, degradando em uma área de conservação ou mesmo intoxicando um animal que acidentalmente tenha os ingerido. Para além dos problema relacionados à pegada de carbono e ao efeito estufa, o plástico de uso único (do termo em inglês Single Use Plastic) é especialmente nocivo devido ao alto volume de produção envolvido em detrimento da quantidade de vezes que é usado antes de seu descarte.

A biomassa para produzir um tipo de material que vai se degradar num prazo menor com uma quantidade de carbono produzida menor faz parte da solução? Sem dúvida. 

Uma startup suíça que vem aplicando aditivos a biomassa que permitem que o seu fracionamento produza moléculas estáveis de lignina, celulose e hemicelulose. A hemicelulose em especial é um polímero que pode substituir o polietileno como material de fabricação de um sem número de embalagens. Tais usos para a biomassa não soam tanto como novidade, porém a pureza e quantidade destas moléculas derivadas do fracionamento permitem uso economicamente viável. 

O mesmo vale para a embalagem de maionese feita a partir de alga marinha. A ideia surgiu em 2013 como um projeto ambicioso de pesquisa acadêmica da Imperial College de Londres e do Royal College of Arts. A abordagem dessa startup consiste em enxergar produtos tão comumente consumidos em nosso cotidiano como se fossem frutas, ou seja, “produtos” naturais concebidos para terem uma duração específica e se decomporem no meio ambiente sem deixar rastros prejudiciais no solo, nos rios ou oceanos. A esse conceito aplicado aos produtos, uniram a tecnologia que permite desenvolver filmes para embalagens a partir de algas marinhas, a seaweed. Tais embalagens de seaweed, denominadas Ooho, são capazes de conter pequenas amostras de shampoos líquidos, condimentos como ketchup, mostarda e maionese, destilados como uísque, água, sucos… Ou seja, uma infinidade de produtos, desde que, assim como as frutas, sejam feitas para serem consumidas num prazo determinado e em doses únicas.

Ou ainda para o plástico aditivado com compostos bioquímicos que facilitarão sua degradação.

Existe também uma empresa britânica que desenvolve um novo padrão em plásticos biodegradáveis e compostáveis. Possui formulações de aditivos bioquímicos que permitem um processo que denominam Biotransformação, que torna possível a determinação de um período de degradação para plásticos – sejam 9 meses ou 5 anos. Tais aditivos tornam as moléculas do plástico suscetíveis a ação bacteriana no prazo determinado, levando a degradação no meio ambiente – sem deixar resíduos como o microplástico.

Contudo, estas abordagens continuarão a legitimar um método de consumo que por si só é degradante e não sustentável – ao menos para a saúde de nosso planeta como a concebemos hoje.

E é por isso que, associada à mudança da matéria prima de que se origina nossas embalagens, é importante que também consideremos uma forma realmente sustentável de consumo que implique – no mínimo – numa utilização muito menor de embalagens de uso único, associada a preceitos de economia circular. Isto implicaria num consumo consciente e racional, com maior compartilhamento e uso de longo prazo dos produtos, com embalagens desenhadas para descarte sem danos ao meio ambiente ou para reutilização.

Abordaremos mais sobre logística reversa e economia circular num segundo artigo sobre este desafio.

Autor: Danilo Araujo, Strategist

Quarentenar

Não tem sido fácil para ninguém. Acompanhar no noticiário a progressão dos números relacionados a Covid-19 – ora os relacionados ao ritmo de contágio e aos estragos causados em nosso sistema de saúde, ora os ligados à economia e emprego – jamais deixa de ser uma tarefa árdua e muitas vezes entristecedora.

Ainda assim, avançamos muito em nossa capacidade de manter as coisas funcionando. O home office deixou de ser uma exceção para tornar-se a regra de segurança primordial de muitas empresas. Uma incontável quantidade de tecnologias passou a figurar como lugar comum em nossa rotina: o Zoom, o Teams, o Meet. Ferramentas para mantermo-nos ativos fisicamente dentro de casa e serenos mentalmente para dormir em nossa novíssima sala oficial de reuniões tornaram-se fundamentais. A Telemedicina foi regulamentada em regime de urgência pelas casas legislativas – porquanto durar o estado de pandemia; a expansão do EaD tornou-se uma demanda mesmo àqueles que mais resistiam à essa modalidade de ensino. E cá estamos lutando, nos adaptando e fazendo o necessário para manutenção de nossa sociedade.

E isto revela muito sobre nossas capacidades enquanto seres humanos. O objetivo deste texto é destacar a nossa capacidade de adaptação. Adaptação para continuarmos produtivos. Adaptação de nossas cadeias produtivas. Adaptação para prosseguirmos criando, inovando e, sem dúvida, para combatermos o vírus que nos colocou neste estado.

Ter calls nunca foi tão comum

Tanto que os sinônimos em português do termo importado estão cada vez mais ganhando força – palavras como videoconferência, chamada de vídeo e reunião. O mesmo vale para as diferentes plataformas que oferecem serviços do tipo. O Zoom, exemplo mais notável, passou de 10 milhões de usuários em dezembro de 2019 para 200 milhões ao final de março deste ano. Mesmo o governo americano já gastou mais de US$ 1,3 milhões com o serviço ilimitado da plataforma. O Google disponibilizou gratuitamente (até 30 de setembro) sua plataforma integrante do GSuite “Meet” para reuniões com até 100 pessoas. Vários outros serviços ainda estão surfando essa onda, como o Jitsi Meet e suas salas gratuitas com encriptação de ponta-a-ponta. Então, não, jovem inovador, você não poderá se desfazer de sua camiseta descolada apontando que Essa Reunião Poderia Ter Sido Um E-mail.

Nosso jeito de consumir

Que já caminhava a passos relativamente largos para o e-commerce, agora se consolida em torno de apps e websites, seja para aproveitar promoções e cupons, seja por que de outra maneira você compraria um colchonete para fazer exercícios no chão de sua sala? 

Ainda relacionado ao e-commerce, causou furor a capacidade da Via Varejo conseguir manter 70% de sua receita pré-lockdown mesmo com 80% de suas lojas físicas fechadas no país. O desenvolvimento da ferramenta “Me chama no Zap”, permitindo manter em atividade seus vendedores trabalhando de casa, tem inclusive adquirido cada vez mais relevância na experiência de compra on-line. Em junho eram 9000 funcionários da VIa Varejo usando o Whatsapp para vendas.

Mais diretamente ligado ao Covid-19

As inovações saltam os olhos diariamente. Na USP o time que desenvolvia o ventilador Inspire completou testes em pacientes e aguarda autorização da Anvisa para escalar sua produção. O custo do Inspire (15x mais barato) é uma pechincha se comparado com os modelos comuns de mercado, e parece ainda menor quando pensamos que a falta de respiradores é um gargalo sério da saúde pública brasileira ao mesmo tempo que esta mesma falta foi responsável por vitimar milhares de pessoas em países como a Itália. Em Minas, a adaptação se deu com os testes, com o governo determinando a orientação de máquinas que antes faziam testes de HIV e Tuberculose para fazer a testagem de amostras de suspeitas de Covid-19. A Fiocruz do Paraná  já havia produziu e distribuiu mais de 90 mil kits de testes para o Covid-19 e trabalha hoje para facilitar a detecção do vírus em amostras sem a necessidade de mandar para processamento os testes realizados a laboratórios super especializados.

O ozônio possui grande capacidade para inativar vírus num ambiente fechado e existe tecnologia brasileira para produção de máquinas que o disseminem em quartos de hospitais e num prazo de 45 minutos os tenhamos de forma eficaz livres de agentes contaminantes, sejam fungos, bactérias ou o Sars-CoV-2. Além disso, indústrias com capacidade produtiva ociosa devido à diminuição do consumo se dispuseram a adaptar suas linhas de produção conforme a necessidade de mais fabricação deste tipo de aparelho.

Por fim, em todo território nacional observa-se iniciativas de pessoas que possuem impressoras 3D passarem a produzir protetores faciais (faceshields), um tipo de equipamento de proteção individual (EPIs) fundamental para profissionais da área da saúde, que protege as vias aéreas, impedindo o contato direto com fluidos de pacientes infectados pelo novo Coronavírus. Ainda que estes EPIs não dispensem o uso de máscaras, a Anvisa recomenda seu uso como maneira de minimizar as chances de contágio. A Fablab e Projeto Hígia têm formado redes para produção de faceshields e distribuição para profissionais da saúde em todo Brasil.

Desafios 

A Covid-19 nos impõe desafios, perdas e dificuldades sem precedentes, e talvez nosso modo de vida tenha de ser adaptado por um período relevante de tempo ainda porvir. Mas com o uso racional de tecnologia para o bem, incentivo à inovação e a soluções que atenuem os impactos negativos que o vírus tem causado, podemos superar as adversidades e sairmos de mais essa crise.

 

 

 

Bibliografia: Estado de Minas (2020); Forbes Brasil (2020); Brazil Journal (2020); G1(2020); Portal Fiocruz (2020); Portal Hypeness (2020); Folha de S. Paulo (2020); Agencia de notícias do Paraná (2020); 

Inovação de fora para dentro

De acordo com o conceito de inovação aberta, de Henry Chesbrough, podemos concluir que existem duas principais maneiras de inovar. 

A primeira, e a mais comum, é a que chamamos ‘’de fora para. dentro’’. Aqui, procuramos soluções fora da empresa para apoiar e tornar possível executar projetos de forma mais rápida.

Já o modelo de ‘’dentro para fora’’ é o processo de inovação em que a tecnologia vêm de dentro da empresa e atua como um novo player de forma independente. 

Uma das principais características da inovação aberta é o ganho de lucratividade com a redução custos, diminuição do tempo de desenvolvimento, aumento da competitividade e criação de novas fontes de receita.

Nós, da The Bakery, decidimos nos concentrar na criação de projetos que tragam todos estes benefícios, mas hoje vamos focar em inovação de ‘’fora para dentro’’, com o programa Startup-as-a-service.

Programa  Startup-as-a-service 

A metodologia da The Bakery é uma mistura de nosso conhecimento sobre o mundo empreendedor com as metodologias Ágil e de Design Thinking

O programa Startup-as-a-service pode ser aplicado em qualquer indústria ou empresa por ser focado na compreensão de um desafio, nas demandas dos usuários e do mercado, além de desenvolver uma estratégia que dê suporte a esse novo produto ou serviço.

Acreditamos que alguém em algum lugar já resolveu seu problema. Por isso, em todos os nossos programas contamos com uma equipe de estrategistas para procurar soluções já existentes no mercado, seja para parceria ou referência. 

A primeira etapa do Startup-as-a-Service começa com o Design Thinking. É um processo de quatro etapas: imersão, análise, ideação e prototipagem. Ele é totalmente centralizado no usuário e seu principal objetivo é entender as necessidades de nossos clientes para, partir daí, criar uma solução.

Essa primeira fase é essencial para entender completamente o desafio e conversar com os usuários, para que possamos encontrar uma estratégia que realmente agregue valor para eles. 

Depois disso, começamos a pensar como empreendedores e como podemos acelerar e ganhar escala na nossa solução.  

Para isso, usamos a Metodologia Ágil com desenvolvimento contínuo e  teste de novas ferramentas ao longo de todo o ciclo de vida do projeto. 

Dessa forma, desde o início, somos capazes de oferecer uma experiência positiva aos usuários e valor contínuo a eles.

Esse processo nos permite ter sucesso, mas mais que tudo, a aprender rápido com os erros cometidos.  Como evidência, 95% dos novos negócios já aderiram a este mindset. 

Ser empreendedor significa correr riscos, porque sem isso você nunca será verdadeiramente inovador. É por isso que a idéia principal do programa é construir a estratégia, testar e repetir até criarmos o primeiro MVP – produto mínimo viável – para entrar no mercado. 

Nosso principal objetivo com o Startup-as-a-service é acelerar novos negócios para você, pode ser uma ideia já existente que nunca foi adiante, parte de um projeto existente ou um negócio totalmente novo a partir do zero que será independente da empresa, servindo como uma nova fonte de receita. 

Normalmente fazemos isso tudo em 6 meses e em 5 etapas diferentes:

Build a strategy – Desenvolvemos uma estratégia – mergulhamos no problema, entendemos o cenário, conhecemos os stakeholders e como eles interagem com o desafio. Entrevistamos potenciais usuários, analisamos benchmarks, escolhemos os melhores mentores de mercado para co-criarmos com eles. E, junto ao cliente corporativo, desenhamos uma estratégia estruturada para esse novo produto / negócio.

Create a new brand – alocamos uma equipe para projetar uma nova marca para o negócio, considerando o público, o núcleo do negócio e a estratégia. Essa nova marca tem seu próprio tom de voz e podemos testá-la antecipadamente em canais digitais para validar a proposta de valor o quanto antes. 

Take out of the paper and shape it – agora vamos começar a desenvolver a solução. A The Bakery gerenciará um squad para desenvolver a tecnologia, garantindo que, ao final desta fase, tenhamos um MVP para lançar.

A new business is out assim que o produto estiver pronto, o foco será encontrar e recrutar as pessoas certas para liderar esta operação;

Time to grow – e, em seguida, a The Bakery continuará a gerenciar e acompanhar o crescimento do seu novo negócio.

O programa Startup-as-a-Service é o programa da The Bakery que ajuda grandes corporações a lidar com um desafio ou nova oportunidade de negócio de maneira mais rápida. Além de criar parcerias com startups, construímos rapidamente novos negócios de maneira empreendedora, ajudando a expandir o sua fonte de receita.  

Estamos reinventando a inovação corporativa! Em cerca de 6 meses, traremos os melhores mentores do mercado para criar uma nova estratégia, validar o produto, marketing e fit do produto; mapear os concorrentes e definir juntos a melhor estratégia go-to-market dessa startup.

Queremos que as grandes empresas e corporações inovem como  empreendedores, testando e obtendo resultados de maneira mais rápida e escalável. Dessa forma, o programa SAAS pode agregar valor aos seus negócios, possibilitando que as grandes empresas acelerem novas idéias e diversifiquem suas apostas.

Case Telemedicina com Fleury  

Na início de 2020 a Telemedicina caminhava para ser regularizada a passos lentos, mas com a crise que a Covid-19 nos impôs, foi aprovada com urgência para que profissionais da saúde pudessem desempenhar seus papéis de forma segura. 

Tendo isso em vista, o Grupo Fleury precisava estar pronto para se firmar como um dos principais players neste segmento. Sua preocupação com pioneirismo possibilitou que o grupo dispusesse das ferramentas tecnológicas essenciais para enfrentar a crise. 

O projeto Startup-As-A-Service tinha como objetivo inicial a construção de uma plataforma de atendimentos, consultas e exames online.  Quer saber mais sobre o nosso case do Fleury? Baixe o report completo. 

O infográfico, baseado no estudo de Larry Keeley, mostra 10 tipos de inovação que foram observadas combinadas em diferentes tecnologias disruptivas analisadas. Esses 10 tipos de inovação ainda estão agrupados em 3 categorias: Configuração, Oferta e Experiência.

Levando em consideração o sentido horário, os 10 tipos incluem inovações em etapas que começam distantes do consumidor final (Modelo de lucro, Construção da Estrutura e da Rede, além determinação de Processos internos), mas que vão se aproximando dos clientes, conforme o processo avança para o campo de Oferta (que inclui as etapas de Teste de performance do Produto e do Sistema) e Experiência do Usuário (com o Serviço, Canal, Marca e Envolvimento do Cliente).

Nós adoraríamos ouvir de você!






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