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Janeiro de 2026

Gigante Brasileira de
Concessões de Infraestrutura

Quando a eficiência operacional se conecta à agenda digital, ela deixa de ser projeto pontual e vira vetor estrutural de competitividade e crescimento sustentável.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL | EFICIÊNCIA OPERACIONAL | GOVERNANÇA

Janeiro de 2026

Gigante Brasileira de
Concessões de Infraestrutura

Quando a eficiência operacional se conecta à agenda digital, ela deixa de ser projeto pontual e vira vetor estrutural de competitividade e crescimento sustentável.

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Janeiro de 2026

Gigante Brasileira de Concessões de Infraestrutura

Quando a eficiência operacional se conecta à agenda digital, ela deixa de ser projeto pontual e vira vetor estrutural de competitividade e crescimento sustentável.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL | EFICIÊNCIA OPERACIONAL | GOVERNANÇA

Janeiro de 2026

Gigante Brasileira de
Concessões de Infraestrutura

Quando a eficiência operacional se conecta à agenda digital, ela deixa de ser projeto pontual e vira vetor estrutural de competitividade e crescimento sustentável.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL | EFICIÊNCIA OPERACIONAL | GOVERNANÇA

Mais de R$ 130 milhões em valor desbloqueado até 2030.
E uma nova forma de operar como legado.

O desafio

Em 2022, a companhia lançou seu Programa de Transformação Digital — uma agenda estruturada para modernizar o modelo operacional, ampliar a governança orientada por dados e fortalecer pilares estratégicos como segurança, inovação e produtividade.

Dentro dessa agenda, a eficiência operacional ganhou um papel central. A ambição era clara: deixar de tratá-la como iniciativa pontual de redução de custos e posicioná-la como vetor estrutural de transformação — capaz de sustentar resultados consistentes no longo prazo.

Três frentes precisavam
evoluir em conjunto:

Group 1

Modelo contínuo e escalável:

evoluir de iniciativas dispersas para uma arquitetura única, com governança clara e métricas de impacto;

Group 3

Gestão orientada a dados:

consolidar indicadores e entregas em um painel único, com leitura em tempo real para tomada de decisão;

Group 2

Cultura de transformação:

engajar lideranças e times para adotar novos comportamentos, simplificar fluxos e operar com mais autonomia.

O objetivo era posicionar a eficiência operacional como alavanca estratégica da transformação — capaz de gerar ganhos sustentáveis de produtividade, governança e competitividade em toda a operação.

Group 1

Modelo contínuo e escalável:

evoluir de iniciativas dispersas para uma arquitetura única, com governança clara e métricas de impacto;

Group 3

Gestão orientada a dados:

consolidar indicadores e entregas em um painel único, com leitura em tempo real para tomada de decisão;

Group 2

Cultura de transformação:

engajar lideranças e times para adotar novos comportamentos, simplificar fluxos e operar com mais autonomia.

O objetivo era posicionar a eficiência operacional como alavanca estratégica da transformação — capaz de gerar ganhos sustentáveis de produtividade, governança e competitividade em toda a operação.

Group 1

Modelo contínuo e escalável:

evoluir de iniciativas dispersas para uma arquitetura única, com governança clara e métricas de impacto;

Group 3

Gestão orientada a dados:

consolidar indicadores e entregas em um painel único, com leitura em tempo real para tomada de decisão;

Group 2

Cultura de transformação:

engajar lideranças e times para adotar novos comportamentos, simplificar fluxos e operar com mais autonomia.

O objetivo era posicionar a eficiência operacional como alavanca estratégica da transformação — capaz de gerar ganhos sustentáveis de produtividade, governança e competitividade em toda a operação.

Group 1

Modelo contínuo e escalável:

evoluir de iniciativas dispersas para uma arquitetura única, com governança clara e métricas de impacto;

Group 3

Gestão orientada a dados:

consolidar indicadores e entregas em um painel único, com leitura em tempo real para tomada de decisão;

Group 2

Cultura de transformação:

engajar lideranças e times para adotar novos comportamentos, simplificar fluxos e operar com mais autonomia.

O objetivo era posicionar a eficiência operacional como alavanca estratégica da transformação — capaz de gerar ganhos sustentáveis de produtividade, governança e competitividade em toda a operação.

Group 1

Modelo contínuo e escalável:

evoluir de iniciativas dispersas para uma arquitetura única, com governança clara e métricas de impacto;

Group 3

Gestão orientada a dados:

consolidar indicadores e entregas em um painel único, com leitura em tempo real para tomada de decisão;

Group 2

Cultura de transformação:

engajar lideranças e times para adotar novos comportamentos, simplificar fluxos e operar com mais autonomia.

O objetivo era posicionar a eficiência operacional como alavanca estratégica da transformação — capaz de gerar ganhos sustentáveis de produtividade, governança e competitividade em toda a operação.

Group 1

Gestão orientada a dados:

evoluir de iniciativas dispersas para uma arquitetura única, com governança clara e métricas de impacto;

Group 3

Cultura de transformação:

consolidar indicadores e entregas em um painel único, com leitura em tempo real para tomada de decisão;

Group 2

Modelo contínuo e escalável:

engajar lideranças e times para adotar novos comportamentos, simplificar fluxos e operar com mais autonomia.

O objetivo era posicionar a eficiência operacional como alavanca estratégica da transformação — capaz de gerar ganhos sustentáveis de produtividade, governança e competitividade em toda a operação.

Como fizemos

A The Bakery atuou ao lado da companhia com um squad ágil alocado dentro da estrutura
corporativa, combinando estratégia, metodologia e execução prática em três frentes integradas:

01.

Governança integrada de eficiência

Estruturamos uma comissão interdiretorial com Transformação Digital, RH e Financeiro, responsável por priorizar iniciativas, acompanhar resultados e garantir coerência estratégica.

02.

Gestão em tempo real via BI

Centralizamos indicadores e entregas em um painel único, com dados estruturados que permitem leitura em tempo real e decisões mais ágeis e fundamentadas.

03.

Redesenho de processos e estrutura

Apoiamos a simplificação de fluxos críticos, a automação de tarefas, o redesenho organizacional para ampliar autonomia das áreas e o fortalecimento das lideranças.

Três frentes, um único princípio: transformar eficiência em capacidade
contínua, com tecnologia, processo e gente alinhados na mesma direção.

Três frentes, um único princípio: transformar eficiência em capacidade contínua, com tecnologia, processo e gente alinhados na mesma direção.

Resultados

Quando estruturada como capacidade contínua, a eficiência operacional gera ganhos que vão muito além da
economia imediata — eles ampliam a maturidade da operação e sustentam o próximo ciclo de crescimento.
+ R$ 0 mi

de VPL total estimado até 2030 com as iniciativas estruturadas

R$ 0 mi+

de OPEX reduzido na operação corporativa em 2025

+ 0

iniciativas ativas de eficiência mapeadas e monitoradas

+ 0

processos críticos otimizados e integrados

0

diretorias com estruturas redesenhadas para ampliar autonomia e simplificar a governança

Aumento da maturidade organizacional, com gestão em tempo real e decisões baseadas em dados

A inovação não está só na tecnologia. Está na forma de pensar, operar e liderar mudanças.

Esse case demonstra que eficiência, quando estruturada como capacidade — e não como projeto pontual, se torna alavanca real de transformação. Conecta tecnologia, processo e pessoas em uma única direção e sustenta resultados que se multiplicam no tempo.

Toda companhia tem oportunidades de eficiência. Poucas têm o modelo que as transforma em vantagem. Vamos construir o seu?